Categoria: Aposentadoria

Documentos necessários para sacar o PIS 2020

O calendário do PIS 2019/2020 encerra-se no mês de outubro deste ano. Os beneficiários que tem direito em receber o benefício devem sacar até o prazo máximo do dia 30 de junho de 2020. O valor do PIS corresponde O valor do abono varia de R$ 88 a R$ 1.045, dependendo do tempo que o beneficiado trabalhou no ano base.

Muitos trabalhadores tem ainda muita dificuldade em receber o abono salarial. O número de pessoas que não sacam o benefício aumenta a cada exercício. Confira abaixo algumas dicas sobre quais documentos são necessários para sacar o PIS.

caixa

Informações importante sobre o saque do PIS

Quem tem direito ao PIS, deve primeiramente verificar o calendário de pagamento referente ao ano, neste caso, de 2019/2020. O calendário leva em consideração o mês de nascimento do trabalhador, iniciando em julho até junho. Em caso de dúvidas, é possível ainda consultar o PIS pelo site da Caixa.

O saque do PIS pode ser feito nos terminais de autoatendimento, nos correspondentes bancários CAIXA, nas casas lotéricas ou nas agências da CAIXA. Para trabalhadores que possuem conta corrente na Caixa, o PIS é pago diretamente na conta no primeiro dia do calendário.

Documentos necessários para realizar o saque do beneficio

Quem for sacar o PIS, deve levar consigo o cartão cidadão, que possui o número do PIS e um documento de identificação, seja carteira de Identidade (RG), Carteira Nacional de Habilitação (CNH), Carteira Funcional reconhecida por Decreto, Carteira de Identidade de Estrangeiros, Passaporte emitido no Brasil ou no exterior, ou ainda Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS).

Telefone para consulta do PIS

Muitos cidadãos e trabalhadores tem dificuldade em consultar o PIS, para saber tem direito em receber o benefício ou qual o saldo do rendimento do PIS. Pensando nisso, a Caixa Econômica possui um serviço para consulta através do telefone 0800, que pode ser feito a qualquer hora do dia por telefone fixou ou também no celular

O número para consulta do PIS é o 0800 726 0207, opção PIS número 1. O atendimento eletrônico informa que será necessário ter em mãos o número do seu PIS. Avisa também o que o número poderá ser encontrado no cartão cidadão, na carteira de trabalho ou na empresa onde trabalha. Em seguida, tecle o número 2 e siga com as instruções do atendimento.

Aposentadoria especial: Descubra as Regras da Previdência Social

Se você nunca ouviu falar da aposentadoria especial, talvez seja porque você não se enquadra nos requisitos para fazer parte da aposentadoria especial, ou mesmo pode ser que você faça parte do grupo de pessoas que tem direito a isso, mas você não sabe que faz parte do quadro de beneficiários.

Primeiramente a aposentadoria especial serve para pessoas que exercem atividade de baixo, médio e alto risco, sendo então possível que essas pessoas possam se aposentar com um menor tempo de contribuição, devido a exercerem atividades insalubres.

Dentro das pessoas que tem direito a esse tipo de benefício, estão por exemplo: os policiais e médicos, mineradores não subterrâneos e mineradores subterrâneos, além de vários outros tipos de profissões, portanto, se você não sabe se se enquadra nos requisitos, pesquise antes, pois é possível que você já possa se aposentar devido ao trabalho que exerce, lembrando que no caso de ter um web empregador, facilita bastante nesses momentos.

A aposentadoria especial não mudou em muita coisa com a reforma da previdência, mas foram mudanças que mudam a situação de muitas pessoas, portanto vamos falar mais sobre a regra antiga para que veja se você se enquadra nela.

Quais são as profissões que tem direito e quais as regras antigas da aposentadoria especial?

Para que a pessoa tenha direito a aposentadoria especial, é importante que ela seja homem ou mulher, da inciativa privada ou pública tenha um tempo de contribuição específico, que vai variar de acordo com o risco do trabalho da pessoa.

Atividades de baixo risco como é no caso de médicos e enfermeiros, exigem 25 anos de contribuição para que a pessoa tenha direito a se aposentar pela aposentadoria especial.

No caso das atividades de médio risco, como é por exemplo o caso de pessoas que trabalham com amianto, essas pessoas podem se aposentar com 20 anos de contribuição.

Já no caso das atividades de alto risco, como é o caso de pessoas que trabalham em minas subterrâneas, o tempo de contribuição é de 15 anos.

Lembrando que o tempo de contribuição é relacionado ao tempo de contribuição dentro da profissão, ou seja, se você exercia uma profissão antes e trabalhou por 6 anos e essa profissão não fazia parte da aposentadoria especial, esse tempo não é acumulado ao tempo de trabalho nas atividades de risco.

Outro ponto a se destacar é que demos exemplos de algumas profissões aqui que fazem parte desse grupo de risco, sendo assim, existem outras profissões que fazem parte, de qualquer forma, é bom que você pesquise antes se sua profissão faz parte da aposentadoria especial.

No caso das regras, a aposentadoria especial antes de aprovação da reforma, era calculada de acordo com a média de salários de contribuição desde 1994, sendo que você receberia dos 80% maiores integralmente.

Para ficar mais simples o cálculo, se os salários médios da sua profissão era de 5000 reais, esse é o valor que você terá direito se se aposentar pela regra antiga.

Aposentadoria especial depois da reforma

A única mudança feita pela reforma é a de que agora, as pessoas que tem direito a aposentadoria especial, precisam ter uma idade mínima para que elas tenham direito a essa aposentadoria.

No caso das atividades de baixo risco a pessoa precisa ter 60 anos, já nas de médio risco 58 anos e de alto risco 55 anos.

O tempo de contribuição não mudou segundo a reforma, mas o cálculo da aposentadoria mudou.

Agora o cálculo começa com  a média dos seus salários desde 1994, desse valor você recebe 60% + 2% ao ano de atividade especial superior 15 anos para mulheres e a 20 anos para homens, ou seja, se você trabalhou 25 anos na atividade especial e for homem, terá 70% da sua média salarial desde 1994, no caso de fazer parte do grupo de médio e baixo risco.

Já se você fizer parte do grupo de alto risco, o tempo de contribuição de 15 anos +2% a cada ano a mais de contribuição serve para homens e mulheres.